A primeira música que ouvi de Joaquin Sabina foi “Contigo”. Quando me apresentaram essa canção brincaram que era uma música para se ouvir “en un día de dolor de codo” (dor de cotovelo). Talvez... ou talvez não...
Fantástica letra, fantástica melodia. Aspectos que acrescidos a uma característica voz meio rouca fazem dela uma música que não é triste nem alegre, mas marcante, como poucas. Um relato de alguém que busca (e sabe que só ali irá encontrar) nas imperfeições diárias a perfeição. Que não busca um conto de fadas, mas a intensidade da vida.
“Contigo” faz parte do disco “Yo, mí, me contigo”, o 12.º (ano de 1996) de Joaquín Sabina, um cantor espanhol muito divulgado nos países de língua hispânica. Aliás, essa foi uma questão que meu amigo (que me apresentou a música) comentou. Ele achava incrível Sabina não ser conhecido no Brasil, por exemplo. Mas logo reparou que não se trata de um cantor feito apenas para ter suas melodias ouvidas, como muitas vezes acontece com as músicas em inglês. “A beleza está em entender o que ele fala”, completou.
Bom, depois disso fui atrás de encontrar um CD dele. E, que me perdoe a indústria fonográfica... terminei achando toda a discografia de Sabina em MP3 e por nada mais do que R$ 5,00. Claro, não pude desperdiçar a oportunidade.
Nessa caixinha de músicas vieram umas tantas outras além das contidas no CD “Yo, mí, ...” e que gostei bastante: “No permita la Virgen”, “La canción más hermosa del mundo”, “Lágrimas de plástico azul”, “Corre, dijo la tortuga”, “El rockandroll de los idiotas” (hoje minha preferida e por isso o vídeo – dá pra chamar de vídeo?? – do post).
Sábado, 7 de Março de 2009
El rockandroll de los idiotas
Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Mais demissões no jornalismo pernambucano
Agora pouco fiquei sabendo de mais uma seqüência de demissões de jornalistas aqui em Recife. Essa foi a segunda notícia do tipo em menos de 15 quinze dias. Nas duas, senti como se fosse comigo. Senti a insegurança e o receio de fazer planos com medo de contar com algo que pode deixar de existir de uma hora para outra. Estamos todos no mesmo Titanic e muito provavelmente o último Jack já morreu afogado. Tenho medo de não ficar velhinha.
Desde o dia 26 busco emprego. Não estou procurando nada em assessorias. Não no momento. Resultados da busca? Até agora consegui vários nãos, uma entrevista e um teste, ainda sem resposta. Tomara saia algo logo, afinal, uma moça precisa arrumar um jeito de manter nessa vida. E quero que seja trabalhando como repórter.
Quando fiz o teste, uma das perguntas que tive que responder foi: “Por que você escolheu o jornalismo como profissão?”. Essa é a pergunta mais chata que alguém pode me fazer. Sei lá porque escolhi o jornalismo como profissão, e não sabê-lo não faz de mim uma profissional pior ou melhor. Também não teria uma frase bonita para explicar porque continuei nele, mesmo podendo ter mudado o rumo quando comecei a ouvir e ver os inúmeros problemas do mercado de trabalho. Talvez tenha sido porque sou cabeça-dura e teimo em insistir nas minhas escolhas, talvez porque não tenha conseguido me imaginar fazendo outra coisa, ou talvez porque me apaixonei pelo jornalismo.
Você consegue explicar paixão, explicar gostar? Eu não. Só sei que quando vejo uma matéria, ouço um programa de rádio ou leio um jornal e percebo que, de alguma forma isso mexeu comigo e me fez parar e refletir que existe muito mais no mundo do que aquilo que enxergo da minha janela, tenho certeza de que é isso o que quero fazer. Quero poder, também, mexer, impactar as pessoas, contando histórias. Quero ser um contador de histórias reais.
Obviamente existe um fundo de ideologia nisso que acabei de colocar, um quê de glamourização. Ok! Mas o que seria da vida sem elas?! Ainda tenho tempo para isso. Sempre se tem. Talvez daqui a alguns anos eu esteja dizendo que quero distância do jornalismo, que as redações pagam extremamente mal, que exploram, que não se pode escrever a verdade. Tudo que hoje sei, mas que finjo ignorar. Que importa?! Mientras esto, me divirto com meu passatempo preferido: reportar a vida. Mesmo que seja só para mim.
Desde o dia 26 busco emprego. Não estou procurando nada em assessorias. Não no momento. Resultados da busca? Até agora consegui vários nãos, uma entrevista e um teste, ainda sem resposta. Tomara saia algo logo, afinal, uma moça precisa arrumar um jeito de manter nessa vida. E quero que seja trabalhando como repórter.
Quando fiz o teste, uma das perguntas que tive que responder foi: “Por que você escolheu o jornalismo como profissão?”. Essa é a pergunta mais chata que alguém pode me fazer. Sei lá porque escolhi o jornalismo como profissão, e não sabê-lo não faz de mim uma profissional pior ou melhor. Também não teria uma frase bonita para explicar porque continuei nele, mesmo podendo ter mudado o rumo quando comecei a ouvir e ver os inúmeros problemas do mercado de trabalho. Talvez tenha sido porque sou cabeça-dura e teimo em insistir nas minhas escolhas, talvez porque não tenha conseguido me imaginar fazendo outra coisa, ou talvez porque me apaixonei pelo jornalismo.
Você consegue explicar paixão, explicar gostar? Eu não. Só sei que quando vejo uma matéria, ouço um programa de rádio ou leio um jornal e percebo que, de alguma forma isso mexeu comigo e me fez parar e refletir que existe muito mais no mundo do que aquilo que enxergo da minha janela, tenho certeza de que é isso o que quero fazer. Quero poder, também, mexer, impactar as pessoas, contando histórias. Quero ser um contador de histórias reais.
Obviamente existe um fundo de ideologia nisso que acabei de colocar, um quê de glamourização. Ok! Mas o que seria da vida sem elas?! Ainda tenho tempo para isso. Sempre se tem. Talvez daqui a alguns anos eu esteja dizendo que quero distância do jornalismo, que as redações pagam extremamente mal, que exploram, que não se pode escrever a verdade. Tudo que hoje sei, mas que finjo ignorar. Que importa?! Mientras esto, me divirto com meu passatempo preferido: reportar a vida. Mesmo que seja só para mim.
Notícias não publicadas
Ele tem aproximadamente 50 anos.
Experiência? Muita. Mas experiência também custa caro. Para quem dá e para quem recebe. Hoje foi o último a sair da sala. Antes olhou ao redor. Estava tudo silencioso. Ao ver aquela calma, ninguém seria capaz de imaginar os conflitos e barulhos de horas antes. Respirou fundo e deu logo as costas. Não era de melodramas. Aprendera, há muito tempo a ser objetivo. Rápido, certo e objetivo. Rodeios e falhas eram imperdoáveis. Foi um bom aluno. Então apagou as luzes, bateu a porta. Lá embaixo um táxi o esperava. No caminho pensou: E agora? O que posso fazer? Durante esses anos havia aprendido muitas coisas, as pessoas paravam para escutá-lo, lhe davam crédito. Entretanto, não sabia fazer nada mais fora isso. Tinha apenas o dom das palavras. Será que não estava na hora de parar, então?! Não - pensou. Tinha contraído o vírus do não parar nunca. O mundo não dorme, sempre está acontecendo algo. E ele, em algum momento de sua vida, também tinha sido contagiado e entrado no ritmo do mundo. Adquirido a necessidade de saber o que acontecia e acompanhar seus desdobramentos, não importa onde fosse. Ele também não parava. Não sabia como fazê-lo.
Na manhã seguinte, do outro lado da cidade, bem cedinho alguém sai de casa para ir na padaria. Antes de voltar esbarra com um vizinho, diz olá e segue para a banca. Olha as manchetes, escolhe um jornal e leva para ler com calma as notícias publicadas.
Ele tem aproximadamente 50 anos.Experiência? Muita. Mas experiência também custa caro. Para quem dá e para quem recebe. Hoje foi o último a sair da sala. Antes olhou ao redor. Estava tudo silencioso. Ao ver aquela calma, ninguém seria capaz de imaginar os conflitos e barulhos de horas antes. Respirou fundo e deu logo as costas. Não era de melodramas. Aprendera, há muito tempo a ser objetivo. Rápido, certo e objetivo. Rodeios e falhas eram imperdoáveis. Foi um bom aluno. Então apagou as luzes, bateu a porta. Lá embaixo um táxi o esperava. No caminho pensou: E agora? O que posso fazer? Durante esses anos havia aprendido muitas coisas, as pessoas paravam para escutá-lo, lhe davam crédito. Entretanto, não sabia fazer nada mais fora isso. Tinha apenas o dom das palavras. Será que não estava na hora de parar, então?! Não - pensou. Tinha contraído o vírus do não parar nunca. O mundo não dorme, sempre está acontecendo algo. E ele, em algum momento de sua vida, também tinha sido contagiado e entrado no ritmo do mundo. Adquirido a necessidade de saber o que acontecia e acompanhar seus desdobramentos, não importa onde fosse. Ele também não parava. Não sabia como fazê-lo.
Na manhã seguinte, do outro lado da cidade, bem cedinho alguém sai de casa para ir na padaria. Antes de voltar esbarra com um vizinho, diz olá e segue para a banca. Olha as manchetes, escolhe um jornal e leva para ler com calma as notícias publicadas.
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009
“A certeza é inversamente proporcional ao conhecimento. Bela ciência, hein?”
Uma coisa boa dessas minhas férias “forçadas” é que estou aproveitando para ler. E ler muito. Confesso que vinha me achando extremamente burra. Verdade que se viessem me perguntar algo sobre a guerra na Geórgia ou a confusão agrária no Paraguai, eu seria capaz de uma verdadeira incursão teoria, repleta de argumentos e contra-argumentos. Mas... sequer sabia o último lançamento da semana em CD ou livro. Isso me deixa péssima. Assim que... resolvi botar mãos-à-obra.
Minha primeira ação no retorno ao mundo fora das páginas de internacional foi ler Mentiras no Divã. Ganhei esse livro de amigo secreto (de um amigo que nunca tinha visto na vida e não voltei a ver depois desse dia). Pra dizer a verdade, o que me motivou a ler foi, unicamente, o fato de o autor ser o mesmo de O Dia em que Nietzsche Chorou, apesar de não ter lido esse livro, soube do sucesso e fiquei curiosa para ver alguma obra do autor.
Mentiras no Divã conseguiu prender minha atenção no primeiro capítulo – fundamental para que eu continue. E mesmo que em muitos momentos tenha me sentido totalmente por fora de termos (não tenho a menor familiaridade com o universo da psicologia) o autor consegue fazer a leitura fluir ao longo de uma história que, em certos momentos, nos permite tomar posse das análises das personagens. Assim, sem menos esperar, lá estava eu, me arriscando em um exercício de construir a linha da minha vida e colocar um ponto sinalizador para meu momento atual. Ou, ainda, pensar acerca das privações que nos impomos e que se convertem em frustrações várias.
Tá bom que não foi dos romances mais profundos que já li, mas recomendo. Realmente vale a pena, tanto para os profissionais quanto para leigos que como eu.
Fiquei com saudade do livro. Acho que isso é um bom sinal. Raramente personagens me deixam saudades.
Ah, sim, a frase que está no título faz parte de um dos diálogos do livro.
Minha primeira ação no retorno ao mundo fora das páginas de internacional foi ler Mentiras no Divã. Ganhei esse livro de amigo secreto (de um amigo que nunca tinha visto na vida e não voltei a ver depois desse dia). Pra dizer a verdade, o que me motivou a ler foi, unicamente, o fato de o autor ser o mesmo de O Dia em que Nietzsche Chorou, apesar de não ter lido esse livro, soube do sucesso e fiquei curiosa para ver alguma obra do autor.
Mentiras no Divã conseguiu prender minha atenção no primeiro capítulo – fundamental para que eu continue. E mesmo que em muitos momentos tenha me sentido totalmente por fora de termos (não tenho a menor familiaridade com o universo da psicologia) o autor consegue fazer a leitura fluir ao longo de uma história que, em certos momentos, nos permite tomar posse das análises das personagens. Assim, sem menos esperar, lá estava eu, me arriscando em um exercício de construir a linha da minha vida e colocar um ponto sinalizador para meu momento atual. Ou, ainda, pensar acerca das privações que nos impomos e que se convertem em frustrações várias.
Tá bom que não foi dos romances mais profundos que já li, mas recomendo. Realmente vale a pena, tanto para os profissionais quanto para leigos que como eu.
Fiquei com saudade do livro. Acho que isso é um bom sinal. Raramente personagens me deixam saudades.
Ah, sim, a frase que está no título faz parte de um dos diálogos do livro.
Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Às vezes tenho vontade de escrever como quem anda sem rumo, como alguém que pega uma estrada e apenas segue. Onde ele vai chegar pouco importa. Na verdade não importa nada. Ele apenas caminha porque, ali, ele é ele, sem cobrar ou dar explicações. Faz seu caminho livre.
Nesse texto-caminho cabem todas as certezas e incertezas, angústias e felicidades, esperanças e frustrações numa espécie de sopa de letrinhas. Esse alfabeto desliza, passeia pelos meus olhos em um vai e vem, onde vogais e consoantes se unem formando palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos que logo se apartam e voltam a se unir com outras, dando lugar a novas palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos.
Sentimentos sempre são complexos.
Nesse texto-caminho cabem todas as certezas e incertezas, angústias e felicidades, esperanças e frustrações numa espécie de sopa de letrinhas. Esse alfabeto desliza, passeia pelos meus olhos em um vai e vem, onde vogais e consoantes se unem formando palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos que logo se apartam e voltam a se unir com outras, dando lugar a novas palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos.
Sentimentos sempre são complexos.
Às vezes queria tomar o lugar do acendedor de lampiões. Aquele do Pequeno Príncipe. Queria conversar com o senhor dos tempos, que acende e apaga os dias, que dá volta aos relógios e, portanto, pode influenciar os sentimentos dos pobres-mortais sujeitos aos seus eternos tic-tacs.
Juro que se tivesse dois minutos com ele, o convenceria a congelar alguns momentos, a me dar mais alguns minutos. Anos, meses, semanas, dias, horas... Quantas frações são necessárias para mudar um curso?
Sábado, 17 de Janeiro de 2009
No te salves
No te quedes inmóvil
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo
pero si
pese a todo no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo
al borde del camino
no congeles el júbilo
no quieras con desgana
no te salves ahora
ni nunca
no te salves
no te llenes de calma
no reserves del mundo
sólo un rincón tranquilo
no dejes caer los párpados
pesados como juicios
no te quedes sin labios
no te duermas sin sueño
no te pienses sin sangre
no te juzgues sin tiempo
pero si
pese a todo no puedes evitarlo
y congelas el júbilo
y quieres con desgana
y te salvas ahora
y te llenas de calma
y reservas del mundo
sólo un rincón tranquilo
y dejas caer los párpados
pesados como juicios
y te secas sin labios
y te duermes sin sueño
y te piensas sin sangre
y te juzgas sin tiempo
y te quedas inmóvil
al borde del camino
y te salvas
entonces
no te quedes conmigo
Mario Benedetti
Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008
Adeus mono!!!
Depois de um longo período vegetando na frente do computador – diga-se como uma linda mudinha – finalmente terminei minha monografia finalmente apresentei e finalmente passei. E a vida recomeça... ou começa... Sei lá, mas às vezes acho que deveria ter cursado direito
Sábado, 29 de Novembro de 2008
Às vezes a gente fica tão acostumado a contabilizar o número de mortes que elas acabam se restringindo exatamente a isso: números. Talvez tirar os rostos e as histórias dessas pessoas seja melhor tática do jornalista. Uma espécie de auto-defesa para não entrar em uma nóia qualquer.
Mas, ainda assim, vez por outra eu me pego colando um pouco de vida nos mortos que ganham seu espaço nos jornais. Quem eram? Quantas pessoas gostavam deles, quantas os odiavam? O que eles tinham planejado para o dia seguinte? Quem esperava por eles em um lugar qualquer? Talvez a gente nunca vá saber. De qualquer forma, pode ser salutar fazer esse exercício. Pelo menos para não perder a prática de enxergar pessoas onde a maioria vê números.
Mas, ainda assim, vez por outra eu me pego colando um pouco de vida nos mortos que ganham seu espaço nos jornais. Quem eram? Quantas pessoas gostavam deles, quantas os odiavam? O que eles tinham planejado para o dia seguinte? Quem esperava por eles em um lugar qualquer? Talvez a gente nunca vá saber. De qualquer forma, pode ser salutar fazer esse exercício. Pelo menos para não perder a prática de enxergar pessoas onde a maioria vê números.
Les Issers (EFE) - Vários atentados na Argélia, Afeganistão e no Paquistão elevaram número de mortos pelo terror. Na província de Boumerdès, na região da Cabíia, 44 pessoas morreram em uma escola superior militar - 42 eram civis. NoAfeganistão, uma emboscada dos talibãs deixou 10 soldados franceses mortos e 21 feridos. Na idade de Tank, no Paquistão, pelo menos 24 pessoas morreram ontem depois de um atentado suicida na sala de emergência de um hospital. (DP. Recife, 20 de ago. de 2008)
Sábado, 18 de Outubro de 2008
Monografando, always monografando
Outro dia sonhei com a esfera pública de Habermas. Uau!
Habermas é uma esfera pública (se bem que, atualmente, ele anda mais pra uma rede), Castells um RG, Bourdieu um blogueiro. Fala, fala, fala, e do nada, faz um link com outra coisa, abre vírgulas, vai em uma direção totalmente contrária e quando menos se espera, lá está ele de novo, com a simbologia do poder. Parece que escreve assim como veio à mente, e pronto, no final dá uma relida e põe mais um post em sua página da net.
Tem também Margareth Born Steinberger, toda vez tenho que olhar a capa do livro pra escrever esses sobrenomes. A mulher é um poço de citações!!! “Eu li isso num livro”, lá da época de Malhação (para os mais velhos).
Hall e Traquina são os constrangedores do jornalismo. Hall, tudo para o mal (até rima rsrs), Traquina, tudo sem querer, ops, desculpa. Tem o cara com nome de índio – Tuchman – que me faz pensar em um significado bem bem, como “grandioso sol”, ou “enorme lua no céu escuro”, e tem Foucault, o homem-lobo (será que depois da “genial” mudança ortográfica esse hífen tbm some?!). Esse é meu preferido. Adoro escrever o nome dele, parece até um personagem tirado de uma fábula super interessante. De preferência um lobo. Aliás, se um dia tiver um lobo, vou colocar o nome dele de Foucault.
E no meio dessa confusão Mr. Gates descansa até que algum imbecil resolva jogar uma bomba num lugar qualquer e ele precise sair do seu repouso para abrir o bendito portão.
Habermas é uma esfera pública (se bem que, atualmente, ele anda mais pra uma rede), Castells um RG, Bourdieu um blogueiro. Fala, fala, fala, e do nada, faz um link com outra coisa, abre vírgulas, vai em uma direção totalmente contrária e quando menos se espera, lá está ele de novo, com a simbologia do poder. Parece que escreve assim como veio à mente, e pronto, no final dá uma relida e põe mais um post em sua página da net.
Tem também Margareth Born Steinberger, toda vez tenho que olhar a capa do livro pra escrever esses sobrenomes. A mulher é um poço de citações!!! “Eu li isso num livro”, lá da época de Malhação (para os mais velhos).
Hall e Traquina são os constrangedores do jornalismo. Hall, tudo para o mal (até rima rsrs), Traquina, tudo sem querer, ops, desculpa. Tem o cara com nome de índio – Tuchman – que me faz pensar em um significado bem bem, como “grandioso sol”, ou “enorme lua no céu escuro”, e tem Foucault, o homem-lobo (será que depois da “genial” mudança ortográfica esse hífen tbm some?!). Esse é meu preferido. Adoro escrever o nome dele, parece até um personagem tirado de uma fábula super interessante. De preferência um lobo. Aliás, se um dia tiver um lobo, vou colocar o nome dele de Foucault.
E no meio dessa confusão Mr. Gates descansa até que algum imbecil resolva jogar uma bomba num lugar qualquer e ele precise sair do seu repouso para abrir o bendito portão.
Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008
What a beautiful life
What a beautiful world
I can see lights
I can feel love
I can see the sun...
What a beautiful life, What a beautiful life, What a beautiful world, What a beautiful life, What a beautiful life…
Simplesmente fantástica a sacada desse clip. Isso sim é que é fazer bom uso do verbo surpreender. Quanto ao dj, ele se chama Gui Boratto e é brasileiro - paulista para ser mais exata - e atualmente está entre os melhores do mundo.
Aproveito para deixar dois links, um é o site do dj e o outro é uma entrevista com ele.
http://www.guiboratto.com.br/
http://www.dw-world.de/dw/article/0,7142,2376135,00.html
What a beautiful world
I can see lights
I can feel love
I can see the sun...
What a beautiful life, What a beautiful life, What a beautiful world, What a beautiful life, What a beautiful life…
Simplesmente fantástica a sacada desse clip. Isso sim é que é fazer bom uso do verbo surpreender. Quanto ao dj, ele se chama Gui Boratto e é brasileiro - paulista para ser mais exata - e atualmente está entre os melhores do mundo.
Aproveito para deixar dois links, um é o site do dj e o outro é uma entrevista com ele.
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