Outro dia sonhei com a esfera pública de Habermas. Uau!
Habermas é uma esfera pública (se bem que, atualmente, ele anda mais pra uma rede), Castells um RG, Bourdieu um blogueiro. Fala, fala, fala, e do nada, faz um link com outra coisa, abre vírgulas, vai em uma direção totalmente contrária e quando menos se espera, lá está ele de novo, com a simbologia do poder. Parece que escreve assim como veio à mente, e pronto, no final dá uma relida e põe mais um post em sua página da net.
Tem também Margareth Born Steinberger, toda vez tenho que olhar a capa do livro pra escrever esses sobrenomes. A mulher é um poço de citações!!! “Eu li isso num livro”, lá da época de Malhação (para os mais velhos).
Hall e Traquina são os constrangedores do jornalismo. Hall, tudo para o mal (até rima rsrs), Traquina, tudo sem querer, ops, desculpa. Tem o cara com nome de índio – Tuchman – que me faz pensar em um significado bem bem, como “grandioso sol”, ou “enorme lua no céu escuro”, e tem Foucault, o homem-lobo (será que depois da “genial” mudança ortográfica esse hífen tbm some?!). Esse é meu preferido. Adoro escrever o nome dele, parece até um personagem tirado de uma fábula super interessante. De preferência um lobo. Aliás, se um dia tiver um lobo, vou colocar o nome dele de Foucault.
E no meio dessa confusão Mr. Gates descansa até que algum imbecil resolva jogar uma bomba num lugar qualquer e ele precise sair do seu repouso para abrir o bendito portão.
sábado, 18 de outubro de 2008
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