Mas, ainda assim, vez por outra eu me pego colando um pouco de vida nos mortos que ganham seu espaço nos jornais. Quem eram? Quantas pessoas gostavam deles, quantas os odiavam? O que eles tinham planejado para o dia seguinte? Quem esperava por eles em um lugar qualquer? Talvez a gente nunca vá saber. De qualquer forma, pode ser salutar fazer esse exercício. Pelo menos para não perder a prática de enxergar pessoas onde a maioria vê números.
Les Issers (EFE) - Vários atentados na Argélia, Afeganistão e no Paquistão elevaram número de mortos pelo terror. Na província de Boumerdès, na região da Cabíia, 44 pessoas morreram em uma escola superior militar - 42 eram civis. NoAfeganistão, uma emboscada dos talibãs deixou 10 soldados franceses mortos e 21 feridos. Na idade de Tank, no Paquistão, pelo menos 24 pessoas morreram ontem depois de um atentado suicida na sala de emergência de um hospital. (DP. Recife, 20 de ago. de 2008)
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