
Às vezes tenho vontade de escrever como quem anda sem rumo, como alguém que pega uma estrada e apenas segue. Onde ele vai chegar pouco importa. Na verdade não importa nada. Ele apenas caminha porque, ali, ele é ele, sem cobrar ou dar explicações. Faz seu caminho livre.
Nesse texto-caminho cabem todas as certezas e incertezas, angústias e felicidades, esperanças e frustrações numa espécie de sopa de letrinhas. Esse alfabeto desliza, passeia pelos meus olhos em um vai e vem, onde vogais e consoantes se unem formando palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos que logo se apartam e voltam a se unir com outras, dando lugar a novas palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos.
Sentimentos sempre são complexos.
Nesse texto-caminho cabem todas as certezas e incertezas, angústias e felicidades, esperanças e frustrações numa espécie de sopa de letrinhas. Esse alfabeto desliza, passeia pelos meus olhos em um vai e vem, onde vogais e consoantes se unem formando palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos que logo se apartam e voltam a se unir com outras, dando lugar a novas palavras, sentenças, frases, orações e parágrafos.
Sentimentos sempre são complexos.
Às vezes queria tomar o lugar do acendedor de lampiões. Aquele do Pequeno Príncipe. Queria conversar com o senhor dos tempos, que acende e apaga os dias, que dá volta aos relógios e, portanto, pode influenciar os sentimentos dos pobres-mortais sujeitos aos seus eternos tic-tacs.
Juro que se tivesse dois minutos com ele, o convenceria a congelar alguns momentos, a me dar mais alguns minutos. Anos, meses, semanas, dias, horas... Quantas frações são necessárias para mudar um curso?
0 comentários:
Postar um comentário